A britânica Ethel Caterham, reconhecida como a pessoa viva mais velha do mundo, completou 117 anos em 21 de agosto, segundo informações publicadas pela Gazeta do Povo. Nascida em 1909, ela sobreviveu a uma infecção por Covid-19 aos 110 anos e hoje é estudada como um dos poucos casos de longevidade extrema no mundo.
De acordo com a reportagem, pessoas como Caterham são classificadas como supercentenárias — indivíduos que atingem ou ultrapassam 110 anos de idade — e costumam apresentar o que pesquisadores chamam de “compressão da morbidade”: um fenômeno em que doenças crônicas associadas ao envelhecimento surgem muito mais tarde ou têm efeito reduzido sobre a saúde.
A matéria aponta que a genética responde por cerca de 55% da longevidade extrema, com destaque para a atuação combinada de genes como o APOE e o FOXO3, e não de um único “gene da longevidade”. Fatores ambientais e vínculos sociais também têm papel relevante nesses casos, segundo os dados citados pela reportagem.
Questionada sobre sua própria fórmula para uma vida longa, Ethel Caterham resumiu de forma simples: “evitar discussões, ouvir os outros e sempre fazer o que gosta”, segundo a Gazeta do Povo.




