O chanceler russo Sergey Lavrov defendeu, durante a Assembleia Geral da ONU, uma reforma do Conselho de Segurança que amplie a representação de Ásia, África e América Latina, com assentos permanentes para países como Brasil e Índia.
Lavrov, no entanto, rejeitou que Alemanha e Japão recebam vagas permanentes, citando o histórico militar dos dois países. A proposta russa vem acompanhada de críticas à expansão da Otan, que Moscou acusa de romper o equilíbrio de segurança internacional.






